sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

6 dicas para ser mais criativo




1 – Abra-se para o novo

A criatividade se desenvolve em quem não tem a mente fechada. Esteja aberto para novas ideias e busque novas soluções além do mundo em que vive. Quanto mais contato com novas ideias, maior a possibilidade há de encontrar inspirações para a criação. Abrir-se para o novo também é exercitar a curiosidade.

2 – Busque conhecimento

O conhecimento é um combustível. Através dele, surgem novas ideias e com isso a criatividade ganha espaço. Portanto, a busca pelo conhecimento vai contribuir para que a criatividade se desenvolva. Faça viagens, leia livros, assista filmes, frequente museus, teatros, enfim, alimente-se de novas ideias e, quando menos esperar, a criatividade se manifestará. E não se limite no que se refere à busca do conhecimento. Estudo de tudo, desde áreas de conhecimento com as quais se identifica a outras que jamais pensou em conhecer. Quanto mais informações obtiver, mais bagagem criativa terá.

3 – Fique um pouco sozinho

É na solidão que uma grande ideia nasce. É quando paramos que as coisas começam a se conectar e, assim, a criatividade se expressa. Na busca pelo conhecimento, agregamos informações diversas e isso cansa o cérebro. Ele trabalha como um louco processando essas informações e se cansa. Portanto, ficar sozinho e em silêncio também ajuda no processo de criação.

4 – Acredite na sua criatividade

Uma das condições básicas para desenvolver a criatividade é acreditar que podemos ser criativos. Abandone a ideia de que não tem criatividade, que as coisas não fluem para você. Isso cria um bloqueio difícil de ser revertido. A mente comanda todo o processo de criação, portanto, enquanto ela estiver com convicção de que não tem capacidade de se expressar livremente, ficará travada.

5 – Pense muito

Analise tudo à sua volta. Exercite seu pensamento sobre tudo o que se passa em sua vida. A mente, como já foi dito, é importante no mecanismo da criação, então, exercite-a. E não tem maneira mais eficaz de exercitar a mente do que pensando. Olhe o mundo ao redor e pense como ele seria sob os mais diversos aspectos. Outra dica importante é colocar as ideias no papel. Todos os dias, ao surgir qualquer ideia ou pensamento criado, anote. A prática trará resultados incríveis.

6 – Seja você mesmo

Criatividade tem tudo a ver com originalidade. Evite copiar ideias e não siga tendências, afinal, elas são o posto da criatividade. Busque seus próprios caminhos e verá que é dentro de você mesmo que encontrará fontes criativas que vale a pena.

Fonte: https://descola.org/drops/6-dicas-para-ser-mais-criativo/

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

7 TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DE TRABALHO DO FUTURO




1. Adeus, escritório
A figura do funcionário que fica oito horas (ou mais) por dia dentro de um prédio corporativo deverá desaparecer com o tempo. Segundo Daniela Klaiman, especialista em futurismo, isso já está acontecendo. “Estamos vendo muitos profissionais saindo das empresas e exercendo funções autônomas, ou trabalhando em diversas companhias ao mesmo tempo. Eles querem se plugar a novas pessoas e exercer diferentes funções em mais de um local”, diz. Um exemplo disso são os espaços de coworking, ambientes compartilhados em que diferentes profissionais convivem e trocam ideias. Segundo levantamento realizado em 2016 pelo projeto Coworking Brasil, já existem mais de 370 coworking espalhados pelo país.
2. Fim da verticalização
A ideia de hierarquia no trabalho ficará obsoleta. Deve crescer o modelo horizontal e em forma de rede. Nesse formato, a evolução do funcionário dentro do ambiente de trabalho acontecerá dentro de seu escopo.

3. Novas funções
“Até 2030, 50% dos empregos que conhecemos hoje deixarão de existir. Isso vai acontecer porque estamos vivendo a segura era de automatização – dessa vez, extrema”, afirma Daniela. Nesse cenário, será fundamental criar profissões que apenas o ser humano é capaz de realizar.
4. Contato com o time
Apesar das inovações que permitem o home-office, ou o trabalho em qualquer lugar, o contato com time ainda será primordial. “Faz toda a diferença ter toda a equipe reunida e trabalhando no mesmo local. A tecnologia é essencial, mas o contato físico também”, diz Mendes, da WeWork. “Oferecemos a possibilidade do trabalho remoto, mas nossas micro reuniões e interações fazem com que a equipe acelere muito”, afirma Barreiros, da MasterTech.

5. Solução de problemas
A característica essencial do funcionário do futuro não será a capacidade de programar, como pensam alguns. Ele deverá ser capaz de resolver problemas que as máquinas não resolvem. “Precisaremos de hardware, e não de software. É essencial ter alguém capaz de solucionar questões complexas para a empresa”, diz Barreiros.
O comportamento pesará no recrutamento, segundo Mendes. “Durante a revolução agrícola, esperava-se que o indivíduo tivesse força. Durante a revolução industrial, o funcionário precisava ter disciplina. Conforme caminhamos para a automatização, essas habilidades não serão mais necessárias. O que sobra são as características propriamente humanas”, afirma o diretor da WeWork. Ruiz, da Cartão Elo, também falou sobre a tendência: “Esse avanço tecnológico que estamos vendo vai permitir que nós nos dediquemos mais às funções humanas, como criatividade, senso crítico e colaboração”.

6. Transmissão do propósito
Saber transmitir a missão do negócio para à equipe é fundamental. “Se o empreendedor não consegue encontrar um propósito e passá-lo para os profissionais da empresa, é muito difícil desenvolver seu time. Se os funcionários vão trabalhar todo dia apenas para pagar as contas no final do mês, isso pode ser fatal”, diz Barreiros. Mas, para engajar o funcionário em uma causa, o empreendedor deve estar envolvido com ela. “O diretor deve acreditar em sua missão. Só assim ele pode engajar as pessoas”, afirma Ruiz.
7. Aposta na diversidade
As empresas devem se esforçar para criar uma equipe diversa, com pessoas de diferentes idades, raças, gêneros, religião e ideologias. "Só assim os funcionários aprendem a conhecer o ponto de vista do outro e desenvolvem habilidades de relacionamento”, diz Daniela.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/10/7-tendencias-para-o-mercado-de-trabalho-do-futuro.html

O futuro do empreendedorismo já começa no ensino fundamental


Para muitos pais, agora avós, o futuro funcionou no Século XX. Enviaram seus filhos para as melhores escolas, para que entrassem nas melhores faculdades e daí, conseguissem os melhores empregos nas melhores empresas. Mas os pais nascidos no final do século passado sabem, mesmo que inconscientemente, que este futuro já não existirá para seus filhos.

Olhando para o destino final do futuro antigo, quais serão as melhores empresas onde nossos filhos trabalharão? Pesquisa apresentada por Pierre Nanterme, CEO da Accenture, uma das principais consultorias de negócios do mundo, aponta que metade das maiores empresas que apareciam no ranking Fortune 500 no ano 2000 já não aparecia na lista 15 anos depois.

E quais serão os melhores empregos? O Século XX consolidou o conceito de emprego de longo prazo. Sonhava-se aposentar trabalhando orgulhosamente na mesma instituição durante toda a vida. Depois, trabalhando em duas ou três empresas. E já no final do século, apenas aposentar-se já era um alívio. Mas a preocupação atual não é apenas manter-se empregado, mas saber o que será um emprego na próxima década. Pesquisa da Manpower, uma das maiores empresas globais de contração de pessoas, aponta que 65% dos empregos da próxima geração será composta de funções que ainda não existem atualmente.

E esta projeção é uma das mais baixas. Outra pesquisa da Dell prevê que 85% dos empregos será ofertado em funções totalmente inéditas atualmente. Se o futuro do emprego será composto de novas funções, o que acontecerá com as antigas? Um recente estudo da Universidade de Oxford prevê que, pelo menos, 47% das funções desaparecerão ou perderão muito da sua importância nas próximas décadas.

Isto já aconteceu com a função caixa das agências bancárias, está impactando agora os atendentes de call center (trocados por chatbots) mas vai avançar em funções muito especializadas como professores, médicos e advogados. Este é o impacto do que vem sendo chamado de 4ª Revolução Industrial, que integra diversas tecnologias disruptivas como inteligência artificial, big data, internet das coisas para não só substituir como realizar com muito mais eficiência e escala funções profissionais cada vez mais complexas.

Neste contexto, as melhores faculdades estão formando profissionais do futuro ou para o futuro do século passado? No Brasil, o desemprego entre os recém-formados é mais que o dobro do que na média da população. A crise econômica, com certeza, tem forte impacto neste indicador, mas a preparação defasada do jovem profissional que chega ao mercado de trabalho é ainda maior. O resultado direto disso é o crescimento de cerca de 25% dos cursos de pós-graduação observado pelo Ministério da Educação nos últimos três anos.

Diante de tantas incertezas e novidades, muitos pais estão aflitos sobre qual é a melhor educação que precisam oferecer para os seus filhos e isto passa também pela escolha da escola.  Mas a melhor opção é aquela que prepara seu filho para o vestibular ou para a vida?

Pais que podem escolher e sabem a resposta desta questão e reconhecem a importância das escolas de ensino fundamental e médio que incluem a formação empreendedora no programa curricular.  E as escolas que realmente entendem o empreendedorismo como uma das principais habilidades pessoais do Século XXI sabem que isto não se resume a ensinar as crianças a abrirem negócios. Empreendedor é um visionário que tem iniciativa, que sabe identificar oportunidades e estabelecer soluções inovadoras. Ser um empreendedor não se limita às pessoas que começam os seus próprios negócios. O comportamento empreendedor existe em todos os setores, em todos os níveis de carreira, em todos os momentos da vida.

Fonte: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/o-futuro-do-empreendedorismo-ja-comeca-no-ensino-fundamental/

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Calculadora mostra quanto custa para você começar o seu negócio

São Paulo – Você tem uma ideia de negócio e quer colocar a mão na massa, mas não sabe de quanto dinheiro vai precisar?

Essa calculadora poderá te ajudar. A ferramenta foi desenvolvida para Exame.com pelo software de gestão de trabalho Runrun.it.
Com apenas algumas respostas, você saberá quanto precisa investir para colocar sua startup de pé – além de ter uma noção do que precisa ser modificado para que a sua ideia caiba no orçamento disponível.
Lembre-se apenas que o cálculo é uma estimativa geral e cada negócio tem suas especificidades.
Clique aqui 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Quero abrir um negócio, mas não sei em qual área. O que fazer?



Quero abrir um negócio, mas não sei em qual área. O que fazer?
Respondo a esta questão com uma série de perguntas. A primeira é: com o que você gostaria de trabalhar? Pense naquela atividade que faria você acordar com empolgação toda manhã e dormir com aquela sensação de pesar por um dia muito produtivo ter chegado ao fim, com aquele gosto de quero mais.
Depois é hora de pegar esse seu sonho e aliá-lo com a realidade, deixando um pouco de lado a “paixão” neste momento. Com pés firmes no chão, faça para si indagações como: é viável? Possuo conhecimento desta atividade ou tenho como buscá-lo? Como atuam os meus concorrentes?
Se esse exercício de combinar algo que você realmente quer com a viabilidade do seu negócio der certo, você já está com metade do caminho andado. E, se você não quer ser mais um na multidão de empreendedores do seu novo setor, estude como inová-lo. Comece pelo plano: Descubra com a Superlógica o que é e como a economia de recorrência pode transformar seu modelo de negócios Patrocinado
Entrar em uma área nova requer cautela, estudo e atenção por parte do empreendedor. É muito importante ter um Plano de Negócios muito bem feito. Não precisa ser perfeito. Coloque as mãos na massa! A perfeição é a inimiga da execução. Não tente ser perfeito. Comece a fazer!
Camila Farani é presidente do grupo de investimento-anjo Gávea Angels e jurada no programa Shark Tank Brasil.
Fonte: Exame